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Contingência automática da NFC-e

Este artigo explica, de forma simples, como o sistema lida automaticamente com a emissão da NFC-e em contingência quando o SEFAZ está indisponível, e o que acontece depois com as notas envolvidas.

Para garantir a continuidade das vendas quando o SEFAZ está indisponível.

Para que sua operação não pare e o cliente não espere.

Para manter a regularidade fiscal depois, com ajustes automáticos (autorizar, cancelar ou inutilizar conforme o caso).

Envio normal: ao emitir uma NFC-e, o sistema tenta autorizar no SEFAZ.

SEFAZ fora do ar: se o SEFAZ não responder, o sistema cria e retorna automaticamente uma NFC-e em contingência para você continuar a operação normalmente (com nova numeração e chave própria).

Sem ação manual: você não precisa ativar nada; o sistema identifica e entra em contingência sozinho.

Pós-processamento: autorização, cancelamento por substituição e inutilização

Seção intitulada “Pós-processamento: autorização, cancelamento por substituição e inutilização”

Depois, o sistema verifica periodicamente as notas em contingência e executa automaticamente:

Autorização da contingência: tenta enviar as NFC-e em contingência ao SEFAZ assim que o serviço voltar.

Tratamento da nota “normal” vinculada:

Se a nota “normal” não foi processada pelo SEFAZ: o sistema faz a inutilização do número daquela nota “normal”, pois a contingência passou a valer.

Se a nota “normal” foi processada e autorizada: o sistema realiza cancelamento por substituição dessa nota “normal”, pois a operação válida será a NFC-e em contingência que foi enviada.

Com isso, o histórico e a validade fiscal ficam corretos, sem duplicidade.

Evitar quebra de sequência: quando uma nota “normal” não chegou a ser autorizada, sua numeração ficaria “pulada”.

A inutilização oficializa que aquele número não será usado, preservando a sequência numérica exigida pela legislação e facilitando conferências fiscais.

  1. Você emite a NFC-e e o sistema envia para a SEFAZ.
  2. Se a SEFAZ responde, a nota é autorizada normalmente.
  3. Se a SEFAZ não responde, o sistema gera uma NFC-e em contingência e a venda segue.
  4. Quando a SEFAZ volta, o sistema tenta autorizar a NFC-e em contingência.
  5. Se a nota normal chegou a ser processada, ela é cancelada por substituição. Se não chegou, o número dela é inutilizado.
  6. A sequência de numeração fica preservada.

Nada especial durante a indisponibilidade: a contingência é automática.

Apenas acompanhe seus relatórios/espelhos; o sistema regulariza os vínculos (autoriza a contingência e cancela/inutiliza o que for necessário) assim que possível.

Ajusta automaticamente a emissão em contingência na falta do SEFAZ.

Regulariza depois: autoriza contingências e cancela/inutiliza a nota “normal”.

Mantém a sequência numérica sem quebras por meio de inutilização quando necessário.